
Bem longe das quatro estrelas brilhantes de Castor gira um par apagado de anãs vermelhas gêmeas, quase idênticas. Vistas da Terra, elas se eclipsam uma à outra a cada dez horas, piscando como um farol bem devagar. Os eclipses mútuos permitem aos astrônomos pesar e medir anãs vermelhas com uma precisão rara, o que torna as integrantes mais fraquinhas da família as mais valiosas para a ciência.
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